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Estás aquí:  Inicio >>  Noticias generales >>  Ensino de espanhol pode ser obrigatório na rede pública
 
Ensino de espanhol pode ser obrigatório na rede pública
 

14-09-2007. Tramita na Câmara o Projeto de Lei 667/07, do deputado Manoel Júnior (PSB-PB), que torna obrigatório o ensino de espanhol em escolas públicas de ensino fundamental e médio. No entanto, de acordo com a proposta, apenas os alunos do ensino médio serão obrigados a freqüentar essas aulas.
http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=109980

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 667/07, do deputado Manoel Júnior (PSB-PB), que torna obrigatório o ensino de espanhol em escolas públicas de ensino fundamental e médio. No entanto, de acordo com a proposta, apenas os alunos do ensino médio serão obrigados a freqüentar essas aulas.

A Lei 11.161/05 já determina a implantação gradativa de aulas de língua espanhola no currículo do ensino médio e faculta sua inclusão nos currículos do ensino fundamental. Os alunos, no entanto, não são obrigados a freqüentar essas aulas.

O autor argumenta que a criação do Mercosul e a proximidade geográfica do Brasil com países de língua espanhola impõem a necessidade de os brasileiros dominarem esse idioma, a fim "de estreitar cada vez mais os laços culturais e econômicos com os países vizinhos".

A proposta determina ainda que, nas aulas de espanhol, seja utilizado material didático específico a ser ser fornecido, gratuitamente, pelos órgãos competentes.

Tramitação
O projeto , que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta: PL-667/2007
http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=347445

fuente: Agência Câmara
fecha: 14-09-2007.
URL:
http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=109980

Nota del Editor de E/LE Brasil: Aunque ese proyecto de ley fue rechazado, creo que es interesante por varias cuestiones: por la redacción de la propia propuesta y por como los medios de comunicación se hacen eco de la misma, es posible deducir que hay sectores de la población que no están satisfechos con la situación actual amparada por la ley 11.161 de 2005 sobre la obligaoriedad de la oferta de lengua española. Esta última, da marco para varias interpretaciones no necesariamente adecuadas. Por otro lado, la reclamación de la falta de materiales es algo antiguo que también incide negativamente en la ejecución cabal de la ley. Por suerte, parece ser que los libros de lenguas extranjeras serán incluídos en el PNLD para su distribución futura en las escuelas públicas de Enseñanza Media, de la misma manera que se hace con los libros de otras asignaturas.

 
 
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