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Estás aquí:  Inicio >>  Noticias generales >>  Ensino gratuito no País está ameaçado
 
Ensino gratuito no País está ameaçado
 

19-06-2002. Fim do ensino superior público e gratuito, ausência de critérios mínimos para criação de faculdades, impossibilidade de fechamento de cursos sem qualidade são algumas conclusões numa reunião realizada na UFMG.
Fim do ensino superior público e gratuito, ausência de critérios mínimos para criação de faculdades, impossibilidade de fechamento de cursos sem qualidade e abertura do mercado de trabalho de nível superior para profissionais estrangeiros. Na avaliação de especialistas, diplomatas e políticos, que se reuniram ontem na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para discutir o assunto, em breve esse poderá ser o retrato da educação superior brasileira, caso ela seja incluída entre os 12 setores de serviços submetidos ao Acordo Geral sobre o Comércio de Serviços (Gats) da Organização Mundial do Comércio (OMC), conforme vêm pressionando Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia e outros países desenvolvidos. A próxima negociação acontece em 30 de junho, mas a mobilização contrária já faz parte da agenda nacional. A reunião na UFMG serviu de base para a audiência pública que será realizada hoje na Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Câmara dos Deputados, às 14h. Segundo o assessor da Universidade das Nações Unidas, Marco Antônio Dias, regulamentada pela OMC, a educação superior não poderá mais sofrer interferência de legislação nacional. A educação deixa de ser um bem público, carro-chefe das políticas de desenvolvimento, fundamental para a soberania nacional, e passa a ser mera mercadoria. Se uma instituição abrir um curso de péssima qualidade, por exemplo, ninguém poderá ser contra. Se uma instituição quiser abrir um excelente curso, porém completamente desvinculado da realidade brasileira, também não poderá ser impedida. Não haverá mais compromisso da educação com as necessidades do País. Vai valer a lucratividade, explica. Os prejuízos vão mais além. A OMC prevê que qualquer subsídio dado a uma organização deverá ser estendido a todas as outras que prestem o mesmo serviço. Isso coloca em risco as universidades federais. As universidades estrangeiras poderiam reivindicar participação no bolo que é transferido às universidades públicas. A verba, que já é insuficiente para manter as federais, seria ainda mais pulverizada , adverte o educador, que apresentou os efeitos da possível inclusão para os participantes do ciclo de debates Educação é Mercadoria?. Segundo a reitora da UFMG, Ana Lúcia Gazzola, a UFMG assumiu a tarefa de dar visibilidade às discussões, mas é necessário envolver toda a sociedade. Essa é uma tarefa coletiva. Para nós é inadmissível que a responsabilidade de conduzir políticas educacionais seja transferida para o mercado, que não terá compromissos com uma educação libertadora e humanista", avalia. fuente: periódico Estado de Minas, Belo Horizonte MG autora: ARCE, Tacyana fecha: 18/06/2002
 
 
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