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Internet, escola e ética
 

29-05-2002. A mais ampla e mais ágil fonte de conhecimentos com que já contou o homem em sua longa trajetória sobre a Terra - a internet - não é de forma alguma imune a distorções de quase ilimitada utilização.
A mais ampla e mais ágil fonte de conhecimentos com que já contou o homem em sua longa trajetória sobre a Terra - a internet - não é de forma alguma imune a distorções de quase ilimitada utilização. Já se afirmou que parece de tal forma inesgotável seu acervo de dados preciosos que se oferecem neste começo de século que o desafio é o de encontrar adequado emprego a tamanho manancial informativo. Seu uso errôneo, no entanto, vem sendo freqüentemente constatado. Um exemplo: a cópia pura e simples de conteúdos da web por alunos que nela encontram, pagos ou gratuitos, trabalhos escolares e universitários prontos, para qualquer tema ou disciplina. Apenas um dos sites contabiliza 450 mil acessos, o que comprova a inquietante difusão desse gênero de plágio ou, simplesmente, de fraude, pois é disso que se trata. O estudante patenteia conhecimentos que não tem e não raro os vê aceitos como se fruto de seu próprio trabalho intelectual. É verdade que a chamada pesquisa escolar - que também pode assumir aspecto de mera transcrição de textos de livros - é antiga entre nós. Mas um velho erro não justifica um novo. Diante desse quadro, é dupla a responsabilidade dos professores. É fundamental que conscientizem seus alunos de que têm a seu favor um formidável instrumento de aprimoramento pessoal, um mecanismo inimitável para alargar os horizontes culturais e que lançar mão dele equivocadamente é degradá-lo e degradar-se. Pois é essa a questão fundamental: há uma ética inseparável da educação, a mesma que deve reger a sadia convivência de um ser humano com si próprio e com sua circunstância. Há 20 séculos diziam os romanos: Non schola, sed vita discimus - "Aprendemos não para a escola, mas para a vida". A frase guarda inteira atualidade. Em suma, a formação deve propiciar aos jovens uma habilidade básica: a de discernir o certo do errado. Seria desejável que os docentes voltassem a exigir hoje o que a escola vem desprezando modernamente - as exposições e exames orais. Mas ainda mais almejável seria que mostrassem de forma cristalina a crianças e adolescentes que o plágio é crime que resulta antes de tudo em prejuízo irreparável à sua formação, tanto intelectual como moral. fuente: Diário Catarinense, Florianópolis SC. fecha: 25/05/2002
 
 
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